Faq

Home Faq

Perguntas Frequentes

Avicultura

Sim, é possível. Geralmente a AVALIAÇÂO DE PROBIOTICOS pode ser feita: a- na ração EXEMPLO Fazemos para algumas empresas de probioticos a contagem de leveduras e bacterias do probiotico na ração (I-) antes e após da adição do probiotico, outras vezes (II -) antes e após a peletização para verificar a resistência do probiótico. Alguns clientes já se estabeleceram uma monitoria (III-) mensalmente nos encaminham ração para verificar se a contagem na ração esta dentro do desejável ou há algum "estrangulamento" (erro de adição, etc) e nesse caso testa-se o probiótico para presença de Salmonella, etc b- na granja EXEMPLO: AVES- Amostras de Grupos TRATADOS e NÃO TRATADOS (mesma idade, mesma genética, mesmo manejo e nutrição) são submetidos a coleta de amostras de Intestino (padronizar local de coleta, MINIMO DE 15 AMOSTRAS POR GRUPO/TRATAMENTO) para avaliar COMPARATIVAMENTE:


1- presença de Salmonella sp.

2- Contagem de Clostridium

3- Contagem de Enterobacterias

4- Contagem de E.coli

5- Contagem de Mesofilos

6- Contagem de Bacillus sp

CAMA- amostras de cama dos grupos acima também são outra opção de teste no sentido de complementar, sempre comparativo com grupo controle.

As analises recomendadas são as acima descritas. Mínimo de 10 amostras por grupo/tratamento. OBS: experimentalmente o ideal é o desafio das aves, inoculando-se Salmonella por exemplo, mas a campo fica impossivel. Então devemos contar com estes dados como indicativos.

Bovinocultura

As amostras de leite (e outras) podem ser remetidas ao laboratório no endereço: TECSA Laboratórios, Av. do Contorno, 6226 - Savassi - 30.110- 042 - Belo Horizonte - MG.

Suinocultura

Suspender imediatamente a vacinação nos animais que ainda não foram vacinados, iniciar tratamento de emergência nos animais que começarem a apresentar sintomas cínicos de anafilaxia (ver choque anafilático). Separar e identificar o lote de vacinas que estava sendo utilizado e fazer um levantamento das causas destas mortes súbitas. Guardar todas as bulas dos medicamentos e vacinas administradas às suas mães também. Procurar imediatamente um médico veterinário para esclarecer o caso.

Achados acima de 100.000 UFC são extremamente significativos se a coleta foi bem feita. Mas acima de tudo, considere o número de animais com bacteriúria (bactérias na urina) + número animais com nitrito alterado + presença de sedimentos (piócitos,cristais, etc) e CLARO: aspectos clínicos (""marca de giz"" nas vulvas e piso além do aumento de mortalidade porca, baixo nascido vivo, alto natimorto, alta repetição de cio e queda reprodutiva)

De acordo com a urocultura e antibiograma fazer antibioticoterapia por 7 a 14 dias (rever suprimento ADEQUADO DE ÁGUA) e refazer exame do plantel após 30 dias (25 amostras de urina para urinálise e urocultura) além de acompanhar aspectos clínicos!

É uma situação COMUM na suinocultura brasileira e mundial, leva a perdas (muitas vezes pouco percebidas) e interfere em toda a granja; infelizmente poucos técnicos dão devida atenção e conduzem tecnicamente de forma adequada como exposto acima.

Para problemas respiratórios, sempre deve-se enviar pulmão e cabeça (para análises de focinho e pesquisa do agente na tonsila ou amígdala. Caso sejam encontradas algumas lesões em outros órgãos, como, por exemplo, coração, estes devem ser enviados. Lembrando que estes órgãos devem estar em sacos diferentes e coletados com o máximo de higiene possível, evitando ao máximo o risco de contaminação.

Qualquer material a ser enviado ao laboratório deve ser encaminhado em uma caixa de isopor bem lacrada e contendo bastante gelo, salvo amostras para histopatologia e espermograma, que devem ser acondicionadas em formol.

O manejo deve continuar o mesmo da rotina da granja, apenas observe atentamente os animais por pelo menos 24 horas após a vacinação para observar algumas reações adversas.

Os critérios que vão indicar a conveniência do uso destes produtos são vários, dentre eles os principais são: incidência da doença na região e/ou na granja, fatores ligados ao tipo de criação, orientação específica para a granja de acordo com a avaliação de um médico veterinário, período de validade da vacina e programas específicos de combate a determinadas doenças.

O TECSA laboratórios trabalha com diversas empresas de transporte rodoviário, aéreo (VARIG, TAM Expressa, JAD LOG, etc) e correios (SEDEX). Neste caso, o cliente deve enviar pela empresa que achar mais conveniente ou ainda consultar os profissionais da área de logística do TECSA laboratórios.

4 a 5 ml de sangue é o suficiente para se proceder um exame sorológico.

Nesses casos em que os animais são medicados não é aconselhável a coleta, a não ser que o problema seja urgente. O ideal é que se colete amostras de animais que não foram mediados para facilitar o isolamento bacteriano. Quando o cliente faz a medicação, o ideal é separar alguns animais e fornecer uma ração livre de medicamentos durante 5 a 7 dias.

Neste caso, alguns agentes podem causar sintomatologia nervosa, como, por exemplo, Escherichia coli (doença do edema) e Streptococcus suis (encefalite). Assim, para se pesquisar estas duas doenças, que são as mais comuns, pode ser enviado intestino (pesquisa de Escherichia coli ou S73) e cabeça (pesquisa de Streptococcus suis no cérebro).

Choque anafilático é uma reação sistêmica aguda que ocorre após a administração de um antígeno a qualquer animal sensibilizado e é mediado por substâncias farmacologicamente ativas (principalmente a histamina). Portanto é uma sensibilidade individual. O tratamento consiste em evitar novos alergênicos, administração de anti-histamínicos e dessensibilização profilática. A síndrome anafilática requer tratamento de emergência, porque evolui rapidamente para colapso cardiovascular irreversível. A etapa mais importante no tratamento da anafilaxia é a administração imediata de adrenalina. Ela não inibe diretamente os mediadores da anafilaxia, mas sim seus efeitos. Caso os sinais clínicos persistam, pode-se repeti-la a intervalos de 15-20 minutos. Na situação em que há risco de vida, devemos administrar adrenalina diluída em 1:10000 (0,01 mg/ml) por via intravenosa lenta (0,01 mg/kg). Em situações menos agudas ou se não há administração de injeção intravenosa, podemos administrar adrenalina diluída em 1:1000 (0,1 mg/ml) por via intramuscular ou subcutânea (0,1 mg/kg). Realizar traqueotomia na presença de edema laríngeo grave ou subcutâneo. Recomenda-se a administração intravenosa de cloridrato de difenidramina (BENADRYL), na dose de 2mg/kg quando os sintomas de anafilaxia são graves ou a resposta à adrenalina não é satisfatória. A aninofilina, na dose de 10mg/kg intravenosa está indicada quando o broncoespasmo persistir. Os corticosteróides não devem ser considerados na terapia prima da anafilaxia, porém, podem ser empregados como tratamento coadjuvante quando o choque persiste.

OBS: o sulfato de atropina não possui nenhuma ação eficiente no tratamento do choque anafilático. Os veterinários do TECSA farão contato imediato para as melhores providências.

A concentração que aparece é a concentração dos discos utilizados. Isto serve para alguma comparação entre 2 resultados de diferentes analises ou laboratórios e para rastreabilidade da análise executada.

Estão incluídos exames sorológicos contra Parvovirose - (HI), Leptospirose - 12 cepas (MSAR), Erisipela - (IFI), Doença de Aujeszky - ( ELISA), PRRS - ( ELISA), Toxoplasmose - (IFI). Devem ser enviados 20 Soros de Matrizes/Reprodutoras.

Estão incluídos exames sorológicos contra Mycoplasma (ELISA) e App (BAHIA). Devem ser enviadas 30 amostras de soro sendo: 10 amostras de terminação, 10 amostras de recria/crescimento e 10 amostras de creche.

Pet

Após a vacinação o animal tem um aumento leve de IgM que dura apenas 10 a 14 dias e sempre em Score até 02 – após 14 dias da vacinação, os títulos de IgM somem e ficam altos títulos de IgG, que são os anticorpos que garantem a proteção do animal. Neste caso, se você suspeita de Cinomose tem que solicitar o exame com IgM mesmo - se tiver mais do que 14 dias da última vacinação, qualquer título de IgM já é sinal de doença ativa presente.

Para o diagnóstico de cinomose, existem dois momentos distintos. Nos casos em que a sintomatologia clínica aparece de forma aguda e o animal não foi vacinado nos últimos 14 dias, recomenda-se solicitar o exame sorológico para detecção de IgM, que é a imunoglobulina presente no início da infecção. Nos casos de animais com sintomatologia clínica já presente e que foram recentemente vacinados, os títulos de IgM vão estar aumentados devido à doença e a vacina sendo assim o indicado neste caso, realizar a detecção de IgG para o diagnóstico da doença.

A+ A- 100%